Nos primeiros três meses atuando em todo o país, companhia respondeu por cerca de 60% do aumento de clientes no mercado de telefonia móvel
Rio de Janeiro, 14 de maio de 2009 – A Oi foi a empresa de telecomunicações que mais cresceu no país no primeiro trimestre deste ano. De janeiro a março, a companhia conquistou 1,7 milhão de novos clientes, encerrando o período com 57,7 milhões de usuários. Deste total, 21,8 milhões estavam em telefonia fixa, 31,8 milhões em telefonia móvel e 3,9 milhões em banda larga. Os números estão consolidados com os da Brasil Telecom, adquirida em janeiro de 2009.
A expansão no trimestre foi liderada pelo serviço de telefonia móvel, no qual a Oi respondeu por cerca de 60% do crescimento nacional. Com isso, a empresa elevou para 21% sua participação no mercado brasileiro, ante 20% de dezembro de 2008. Em São Paulo, onde as operações da companhia foram lançadas em outubro do ano passado, a Oi encerrou o mês de abril com mais de 3 milhões de clientes, quase 7% do mercado no estado. Na comparação entre março de 2009 e o mesmo mês do ano passado, a base de clientes de telefonia móvel da Oi aumentou 45%.
– Estes números são uma primeira amostra de como a Oi ganhou competitividade após a compra da Brasil Telecom. Ao expandir sua atuação para todo o país, a companhia passou a competir em igualdade de condições com as outras grandes empresas multinacionais que atuam no Brasil e o fato de ter crescido muito mais do que elas confirma a força das nossas ofertas e do nosso posicionamento em prol da liberdade de escolha do consumidor – afirma o diretor de Finanças e Relações com Investidores da Oi, Alex Zornig.
Nos primeiros três meses do ano, a Oi obteve receita bruta de R$ 11,2 bilhões, aumentando 7,8% em relação ao mesmo período de 2008. A receita líquida cresceu 3,5%, para aproximadamente R$ 7,5 bilhões. O Ebitda (lucro antes de despesas financeiras, impostos, depreciações e amortizações) consolidado e ajustado atingiu R$ 2,377 bilhões, recuo de 8% em relação ao primeiro trimestre de 2008. Isso foi determinado, principalmente, pelo começo das operações de telefonia móvel em São Paulo – em outubro do ano passado – e pelos custos iniciais relacionados a processos que deverão produzir ganhos de sinergia ao longo do segundo semestre deste ano, além do fim do diferimento de subsídio entre as ativações de pós-pago no varejo. A margem Ebitda ajustada atingiu 31,7%, contra 35,7%.
No primeiro trimestre do ano, o lucro líquido da Oi foi de aproximadamente R$ 11 milhões, contra R$ 564 milhões dos primeiros três meses do ano passado. O recuo do lucro líquido foi determinado, principalmente, pelos aspectos listados acima. E, também, pelo aumento das despesas financeiras, em função do crescimento da dívida líquida da companhia, e pela amortização dos valores referentes à aquisição da Brasil Telecom.
Investimentos – Os investimentos realizados pela empresa de janeiro a março totalizaram R$ 905 milhões, 12,1% maiores do que o volume desembolsado nos primeiros três meses de 2008 (R$ 807 milhões). Do montante despendido, 58% foram destinados a telefonia fixa e 42% a telefonia móvel.
Endividamento – Ao fim de março, a dívida líquida da empresa era de aproximadamente R$ 19,2 bilhões, contra R$ 9,8 bilhões do fim de 2008. O aumento se explica pela consolidação das dívidas da Brasil Telecom Participações e de sua ex-controladora Invitel e pela utilização do caixa da companhia para os pagamentos relacionados à aquisição da BrT (R$ 5,4 bilhões). A redução contínua na taxa básica de juros que vem sendo praticada pelo Banco Central deverá diminuir as pressões sobre despesas financeiras em 2009.
Oi móvel (TNL- PCS) – A receita operacional bruta da empresa de telefonia móvel atingiu cerca de R$ 2,2 bilhões, alta de 37% em relação ao primeiro trimestre de 2008. A receita líquida aumentou 37%, alcançando cerca de R$ 1,6 bilhão.
O Ebitda sofreu o impacto do início das operações em São Paulo, em outubro do ano passado, e atingiu R$ 289,6 milhões, contra R$ 379,8 milhões dos primeiros três meses de 2008.
Oi liderou crescimento nacional no primeiro trimestre de 2009 e já conta com 3 milhões de clientes em São Paulo
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