Oi divulga resultados de 2012

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Oi divulga resultados de 2012

Companhia registra aumento da receita líquida no ano. Leia os principais destaques de 2012 e do 4º trimestre:

A Oi divulgou nesta segunda-feira, dia 18/2, o relatório com os resultados do quarto trimestre e ano de 2012. De acordo com o documento, a execução bem-sucedida da estratégia da Companhia garante retomada do crescimento anual de receita líquida. Os principais destaques são:

4T12

- Pelo segundo trimestre consecutivo, a Companhia registrou aumento da receita líquida na comparação anual (4T12 versus 4T11), totalizando R$7,4 bilhões, sustentado, principalmente, por: (i) expansão contínua da base móvel com foco no Pós-pago; (ii) retomada de crescimento anual da receita Residencial; e (iii) manutenção de crescimento de receita do segmento Empresarial / Corporativo.

- EBITDA operacional totalizou R$2,3 bilhões, com aumento de 3,5% no trimestre. Além disso, nesse trimestre houve aproximadamente R$200 milhões de ganho líquido com itens não recorrentes (venda de torres, etc.).

- Unidades Geradoras de Receita (UGRs) crescem 1,5% no trimestre e 6,7% contra o 4T11, totalizando em 74,3 milhões:

Residencial: mais um trimestre de crescimento anual como resultado do foco na convergência de serviços, o que reduziu a tendência histórica de desconexões na telefonia fixa e alavancou o crescimento de banda larga e TV paga.

Mobilidade Pessoal: melhoria contínua do mix da base, com foco no cliente de alto valor.

Empresarial / Corporativo: mais um trimestre de crescimento em todas as linhas de negócio.

2012

- A receita líquida de 2012 totalizou R$28,1 bilhões, com crescimento de R$235 milhões no ano, revertendo trajetória de declínio observada nos últimos anos. Esse desempenho é explicado pelo significativo aumento na receita de Mobilidade Pessoal, associado à redução do churn no segmento Residencial.

- EBITDA de R$8,8 bilhões, com aumento de 0,4% comparado a 2011. Margem EBITDA fecha em 31,3%, praticamente estável versus 2011 (31,4%). Desse resultado, R$8,6 bilhões decorrem de operações core do negócios, e cerca de R$200 milhões restantes de operações non core.

- Os investimentos encerraram o ano em R$6,6 bilhões, com foco na expansão da infraestrutura das redes fixa e móvel, além da aquisição da licença 4G.