Oi divulga balanço do primeiro trimestre: resultado mostra progresso contínuo na execução das prioridades de negócios da companhia

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Oi divulga balanço do primeiro trimestre: resultado mostra progresso contínuo na execução das prioridades de negócios da companhia

Rio de Janeiro, 15 de maio de 2014 - A Oi divulgou nesta quinta-feira, o relatório com os resultados do primeiro trimestre. De acordo com o documento, a companhia reduziu custos no período e manteve a trajetória de correção do fluxo de caixa.

Os principais destaques são:

• Durante 1T14 a Oi continuou progredir em relação às suas prioridades de negócios: Controle de Opex, controle de Capex, monetização de ativos, sinergias e transformação do modelo de negócio.

• Opex de rotina reduziu 4,8%, para R$5,167 milhões. Excluindo os custos de interconexão, Opex não recorrentes e aluguel incremental relativo à venda de ativos, o Opex diminuiu 1,5% face ao ano anterior, apesar da inflação observada nos últimos trimestres. Essa performance refletiu um esforço significativo na transformação da operação de campo, incluindo a implantação do Click, reengenharia de processos, capacitação de técnicos multiskill, renegociação de escopo e de termos de grandes contratos com fornecedores e a transformação de TI. A Oi também se concentrou na otimização dos custos fixos e controle rígido de despesas gerais e administrativas, incluindo a redução das horas extraordinárias, o incentivo ao faturamento on-line, entre outras iniciativas.

• Capex diminuiu 29% face ao ano anterior, para R$1.208 milhões, refletindo abordagem mais granular ao investimento e foco no reforço da parceria com os principais fornecedores, incluindo a redução do número de fornecedores, renegociação de contratos importantes, foco na otimização do custo total (Capex + Opex) da rede e a captura de sinergias de rede entre diferentes tecnologias e com outros parceiros, através do compartilhamento de rede.

• Durante o 1T14, a Oi fez mais progressos na monetização de ativos, tendo concluído a venda do segundo lote de torres móveis em março de 2014. No trimestre, a Oi recebeu R$3,3 bilhões referentes à venda de GlobeNET em dezembro de 2013 e à venda de torres móveis acima mencionada. Embora estas iniciativas representaram um custo operacional adicional no 1T14, com impacto de R$156 milhões em EBITDA, estes têm um impacto positivo no fluxo de caixa, incluindo Opex, Capex e considerações fiscais.

• Em relação às sinergias da combinação entre a Oi e a PT, outras iniciativas de integração foram tomadas em vários segmentos de negócios e nas operações.

• Adicionalmente, durante 1T14, a Oi continuou trabalhando na transformação de seu modelo operacional e de negócio nos vários segmentos. No segmento residencial a Oi relançou o seu serviço de televisão e aumentou os esforços na Oi Voz Total e Oi Conta Total. Na mobilidade pessoal, a Oi continuou a fazer mais progressos no Oi Galera, Tudo por Dia e na agregação de novos pacotes de dados. No segmento corporativo e empresarial, a Oi também continuou a progredir em serviços de data center e cloud e serviços de TIC.

• O desempenho da receita líquida refletiu principalmente a redução da tarifa de interconexão móvel, com impacto sobre a Mobilidade Pessoal, segmentos Corporate e PME. A receita líquida caiu 2,3% ano-contra-ano, para R$6,9 bilhões, refletindo também a desaceleração nas vendas de aparelhos e o foco na qualidade de vendas e rentabilidade.

• O EBITDA totalizou R$2,9 bilhões em 1T14 (37,5% vs 1T13), impactado pelo ganho da venda de torres móveis no valor de R$1,3 bilhões. Excluindo este evento não recorrente, o EBITDA de rotina cresceu 5,9% ano-contra-ano, impulsionadas por contínuos ganhos de eficiência e transformação de negócios.

• O fluxo de Caixa operacional (EBITDA de rotina menos Capex) atingiu R$502 milhões, um crescimento anual de 74,9% e sequencial de 3,7%, como consequência da melhoria do EBITDA de rotina, controle de custos e otimização de investimentos.

• O lucro líquido terminou em R$227 milhões, 13% inferior ao 1T13, principalmente devido ao aumento do resultado financeiro e imposto de renda e contribuição social.

• A dívida líquida totalizou R$30,3 bilhões, um aumento sequencial de R$1 bilhão (-3,3%), explicada pelo caixa recebido com a venda GlobeNet e torres móveis e pela melhoria do fluxo de caixa de rotina em R$500 milhões, já foi observado no trimestre anterior, o que demonstra a disciplina da Companhia na proteção do fluxo de caixa.

• Unidades Geradoras de Receita (UGR) foi de 74,6 milhões no final do 1T14, estável em relação ao 1T13, decorrente de compromisso da Companhia com a qualidade de vendas e lucratividade.